Rômulo Gouveia visita Mari, concede entrevista e participa de almoço na residência do vice-prefeito Jobson Ferreira

1969645_234654963404690_1066634365_oAnfitrião da visita do Governador em exercício Rômulo Gouveia na manhã do último sábado (15), o vice-prefeito de Mari José Jobson Ferreira acompanhou o ‘Gordinho’ em entrevista a Rádio Araçá FM  e em seguida ofereceu um almoço para o governador e aliados em sua residência.

Rômulo Gouveia durante a entrevista na emissora local esclareceu definitivamente que a reabertura do hospital de Mari não acontecerá, até pelo fato de se tratar de uma entidade privada.

10147113_234655076738012_1749670755_oQuestionado sobre as obras realizadas em Mari pelo Orçamento Democrático Estadual, o Governador não soube enumerar uma obra se quer e por fim tergiversou a respeito das percas do Fundeb por parte do estado, conforme denunciou o Presidente do TCE/PB no Jornal da Paraíba, na edição daquele sábado.

Bom de jogo de cintura e estilo agradável, o vice-Governador Rômulo Gouveia se saiu bem na entrevista, que foi acompanhada pelo Prefeito de Cuitegi, Guilherme Madruga, pelo Prefeito de Mari, Marcos Martins e por vereadores e pelo próprio Jobson.

Da Redação
Do Expresso PB

EM MARI – Natal Solidário da Rádio Araçá FM já é considerado um sucesso

O Natal Solidário promovido pela Rádio Comunitária Araçá FM da cidade de Mari já está sendo considerado um sucesso pelos seus organizadores.

Este é o primeiro Natal Solidário e tem sido bem recepcionado pela comunidade mariense que tem feito a doação de roupas, calçados e brinquedos que serão distribuídos com as famílias carentes do município dias antes do natal.

Em apenas um ponto de entrega das doações a equipe da Araçá FM já recolheu cerca de uma caminhote de donativos e a campanha se estende até o dia 13 de dezembro.

Para quem quiser fazer as doações pode deixar na portaria da Rádio Comunitária Araçá FM no centro da cidade de Mari.

Natal-Solidário

Da Redação
Do Expresso PB

EM MARI – Presidente da Rádio Araçá FM esclarece através de documentos ‘acusações’ de chefe de gabinete e cobra mesma atitude dos gestores

Severino Ramo, Presidente da Rádio Comunitária Araçá FM

Severino Ramo, Presidente da Rádio Comunitária Araçá FM

O Presidente da Rádio Comunitária Araçá FM de Mari, Severino Ramo, emitiu nota a imprensa esclarecendo através de documentos as supostas irregularidades levantadas pelo chefe de gabinete da Prefeitura de Mari, de que a sua esposa seria agraciada com cargo no Governo do ex-prefeito Antonio Gomes, que não foi na área de educação, onde a mesma é especialista.

Severino Ramo cobra na nota que o chefe de gabinete apresente qualquer documento que se refira a benefícios recebidos por ele ou por alguém de sua família sob pena de se tornar um mentiroso público, caluniador e difamador dele (Ramos) e de sua família.

Ao mesmo tempo, cobrou dos gestores do município de Mari, que seguindo o seu exemplo possam publicar os valores pagos pelo poder público municipal aos familiares e empresa dos assessores de comunicação, chefe de gabinete e secretários municipais, mas se caso o mesmo não quiser os que fazem a Araçá FM fará.

Confira a seguir a nota na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO E DIREITO DE RESPOSTA

Senhores editores e leitores do PORTAL EXPRESSOPB, conforme já afirmei na Audiência Pública e na Rádio Comunitária Araçá FM não tenho nada a esconder seja da minha conduta pública seja da minha família! Porém, os que fazem a administração pública municipal têm tentado a todo custo vincular a minha dependência e subserviência à gestão anterior, inclusive, com acusações contra a conduta profissional da professora Risonete – minha esposa! E como forma de tornar público e esclarecer de uma vez por todas o relacionamento entre a gestão do Prefeito Antonio Gomes e a minha família, é que público, abaixo, a Portaria e o último contracheque da professora Risonete, que foi apresentado na Audiência Pública e mencionado pelo Chefe de Gabinete no programa radiofônico da Araçá FM, e que segundo a denúncia: a professora não era vinculada a Secretaria de Educação do município e sim ao setor financeiro e contábil da administração.

Em nome da verdade, do compromisso com a sociedade e da transparência, segue cópia da Portaria e do contracheque que comprovam a vinculação da contratada à Secretária de Educação, além de tornar público o valor financeiro do serviço prestado pela profissional:

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Professora Risonete é especialista em Gestão Escolar

A partir dos documentos comprobatórios acima, fica evidente a tentativa de se buscar macular o meu nome e o da minha família! Cabe, agora, o chefe de gabinete apresentar (publicar) os demais contratos (ou qualquer outro tipo de benesses) que a professora Risonete ou qualquer outro familiar meu teve com o setor financeiro e contábil ou com qualquer outro setor da administração municipal que não seja, no caso da professora, o da EDUCAÇÃO, sob pena de se tornar um mentiroso público, caluniador e difamador da minha pessoa e da minha família! O motivo de tornar público o contracheque da professora Risonete com o valor recebido pelo trabalho prestado, se justifica em virtude do que vem sendo dito não só publicamente, que é “fichinha” se comparado com o que vem sendo divulgado e propalado nos bastidores, corredores e esquinas da nossa cidade; quando se diz que a esposa do presidente da Rádio “ganhava mais de dois mil Reais na gestão de seu Antônio”, e que por conta disso eu ficava calado diante das “irregularidades” cometidas!

Por outro lado e diante da estratégia e determinação dos atuais gestores em constranger e macular os que fazem a Radio Comunitária local; ação esta que tem por objetivo maior o “enquadramento” e o domínio sobre a direção da emissora, e com isso manter a subserviência dos que fazem o principal meio de comunicação do município de Mari e, com isso, nos submeter e subjugar aos interesses, caprichos e desejos dos gestores do poder executivo e legislativo que representam o mesmo clã familiar e grupo político dominante na cidade há décadas, é que decidimos enfrentar essa situação com a firmeza e a altivez que sempre foi peculiar aos que fazem a Associação Rádio Comunitária Araçá FM! E, ainda, perseguindo o caminho que sempre trilhamos que é o da liberdade de expressão, da defesa dos direitos dos menos favorecidos, da democracia, da transparência pública e da verdade iremos tornar público, sempre que possível, os atos administrativos da gestão municipal, prioritariamente, as informações relacionadas às ações de políticas públicas ofertadas à comunidade, e à questão financeira!

Por último, solicitar ao senhor prefeito, que em nome da transparência pública, torne público os valores recebidos (salários e vantagens) pelos seus familiares: cônjuges, pai, mãe, irmãos, cunhado/as sobrinhos e primos. Do mesmo modo e copiando a minha atitude, publique os valores pagos pelo poder público municipal aos familiares e empresa dos assessores de comunicação, chefe de gabinete e secretários municipais. Caso a vossa excelência não se digne a assim proceder, pode deixar que os que fazem a Araçá FM, fará!

Somos crentes, amantes, construtores e defensores da PAZ, no entanto, estamos permanentemente preparados para a GUERRA!

Grato pela publicação!

 Atenciosamente,

Severino Ramo do Nascimento
Diretor presidente

Da Redação
Do Expresso PB

Após ataque a Araçá FM, governo de Mari prepara ‘dossiê’ como forma de intimidar a mídia, políticos e empresários

Acuados por uma avalanche de denúncias de todas as espécies no governo de Mari e que estão vindo a tona por meio de parte da imprensa local, parece que os que fazem o governo municipal estão dispostos a irem para o tudo ou nada. Depois de atacarem escandalosamente a liberdade de opinião dos comunicadores da Rádio Araçá FM, os que integram a gestão municipal agora passaram a produzir um possível dossiê que envolvem não só pessoas da mídia, mas pelas informações chegadas a esta redação, servidores públicos, comerciantes e políticos da cidade.

O cenário começa a apresentar certo perigo a integridade física e moral, não só dos que expõe possíveis irregularidades da gestão na mídia, principalmente dos que integram a Rádio Comunitária Araçá FM, mas de servidores públicos que repassarem informações de suas repartições para terceiros.

Informações que chegaram a redação do Expresso PB dão conta de que ‘uma equipe’ dentro do governo já foi montada para produzir esse tal ‘dossiê’, no estilo do ‘dossiê dos aloprados’ daquele produzido em São Paulo contra os tucanos.

Desde a última sexta-feira (18) que o Expresso PB procura informações e busca detalhes dessa operação nos bastidores do poder mariense, mas não custou muito para se confirmar o que já se evidenciava desde a audiência pública da quarta-feira (16) quando de posse de um envelope amarelo o Chefe de Gabinete da Prefeitura, a mando do alcaide expôs documentos de servidores contratados na gestão anterior.

Na noite desta segunda-feira (21) foi o próprio Chefe de Gabinete do Prefeito que confirmou a existência de um dossiê em sua rede social facebook, confirmando todas as suspeitas e que já vinham sendo apuradas pela reportagem investigativa em curso.

Dede_dossiê

O Expresso PB já vinha analisando fatos e atitudes que nos remetiam ao que afirmou, não se sabe por ingenuidade ou esperteza, o chefe de gabinete em sua rede social.

A produção do possível dossiê, que o chefe de gabinete diz ter, só expõe claramente para a sociedade a tentativa “desesperada” do governo de Mari, em esconder as denúncias de irregularidades no gerenciamento do dinheiro público.

A imprensa noticia diariamente denuncias de compra exagerada de material de expediente, aluguel de cadeiras por preço acima do mercado, doação descontrolada e sem critérios no valor de R$ 400,00 para cerca de 2.900 pessoas em apenas 07 meses, conforme a própria assessoria do prefeito anunciou, compra de ataúde com dinheiro do fundo de apoio e incentivo a infância, não repasse das contribuições previdenciárias do servidor ao INSS, dentro outras.

Enquanto as energias do governo estão sendo movidas para produção de dossiê, a gestão e o gestor anda  com a popularidade cada dia mais em baixa, obras inacabadas, orçamento em colapso, apatia às reclamações da população (que crescem assustadoramente).

O fato é que se estão com medo ao ponto de criarem ‘dossiê’ contra quem denuncia irregularidades do governo, algo tem-se para esconder. Basta saber se vai adiantar de alguma coisa esse tal dossiê ou se só servirá para aumentar ainda mais a ‘avalanche’ de denúncias contra o governo, o que fatalmente resultará numa revolta ainda maior do povo contra o gestor.

Da Redação
Do Expresso PB

EM MARI – Audiência pública discute papel da Rádio Araçá FM e poder público tenta ‘enquadrar’ comunicadores através de lei da mordaça

folha6O Ministério Público da Comarca de Mari convocou, por sugestão da Direção da Rádio Comunitária Araçá FM, uma Audiência Pública para tratar, segundo as palavras do próprio representantes do Ministério Público, de “questiúnculas” envolvendo a rádio comunitária local.

A audiência aconteceu no Auditório do Tribunal do Júri da comarca da cidade na manhã da quarta-feira (16) e ficou lotado de representantes do poder público, sociedade civil, integrantes e diretores da Rádio Araçá e de alguns poucos populares que na sua grande maioria acompanhou de casa através das ondas do rádio a referida audiência pública.

Em sua fala inicial, o Promotor da comarca, Dr. Manoel Serejo informou que a pauta do MP nos últimos dias tem sido as reclamações de cidadãos e do poder público com relação a rádio local; disse querer o debate sadio e respeitoso , para em seguida abrir a palavra para os presentes.

Um dos primeiros a usar da palavra foi o Professor Fernando Viana, representando o Sindismar – Sindicato dos Servidores públicos municipais. Viana foi uma das primeiras vozes a defender a liberdade de expressão e o direito da opinião livre. “O direito de pensar, dizer o que pensa sem censura é essencial”, defendeu o sindicalista. Adiante Fernando falou da importância da rádio de Mari para toda a sociedade.

O Padre Jardiel enveredou pelo mesmo caminho, defendendo o direito da liberdade de expressão, o papel que a emissora tem feito junto a comunidade, sem discriminação de cor, raça e religião. Jardiel foi além, fez uma reflexão sobre as emissoras de rádio de Guarabira (uma dos Toscanos, uma dos Paulinos, duas de João Rafael) e questionou ao Ministério Publico: “Como seria se o MP tivesse que assinar um TAC com essas emissoras? Acredito que todo dia seria descumprindo”, alertou o padre.  “ Desconsiderados alguns excessos, que é comum no calor da emoção das discussões, é assim mesmo, isso nunca vai mudar”, disse o Padre Jardiel falando da participação da igreja na programação da emissora.

Daí por diante se revezaram no uso da palavra, desde alguns poucos membros de associações, alguns vereadores à uma avalanche de servidores públicos municipais e cargos comissionados dos que fazem o ‘Governo de Todos’ do município de Mari.  Mas afinal, o que teria ocasionado chegar ao Ministério Público uma ‘enxurrada’ de denúncias, na sua mais absoluta maioria do poder público, contra a Rádio Comunitária Araçá FM?

O Expresso PB fez uma análise com base em dados e informações que nos remetem a entender que existe uma investida do poder público municipal no sentido de calar a voz da população quando das constantes reclamações pelos microfones da comunitária local na cobrança pela execução dos serviços públicos.

Os marienses vivem uma relação de conflito com o seu prefeito. O que seria amor até 31 de dezembro de 2012, virou repulsa e conflito a partir de 01 de janeiro de 2013 quando ao assumir o comando do poder local não conseguiu cumprir com os compromissos de campanha, tão pouco colocar máquina para funcionar a bom grado pelos menos em seus serviços essenciais.

Falta de transporte para pacientes, falta de medicamentos na Farmácia Básica, falta de Merenda nas escolas, falta de coleta de lixo e iluminação pública são alguns dos reclamos da população, justamente nas ondas da Rádio Araçá FM.

Acostumado ha durante 8 anos de seus primeiros mandatos não receber nenhum tipo de crítica da imprensa, o atual prefeito de Mari ‘foca’ sua estratégia de atuação no sentido de ‘silenciar’ a mídia, quando não contratando veículos de comunicação para fazer a propaganda oficial do governo, os acua na justiça com processos e reclamações ingressados por ele e/ou por aliados.

Acuado por greve de servidores, cobranças de serviços e cumprimento de promessas de campanha, o edil mariense e seus assessores e aliados, reagem à sua queda ‘acelerada’ de popularidade atacando a qualquer um que o critique.

Durante a Audiência Pública muito se falou em assinatura de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) entre o poder público e a emissora, mesmo sem deixar claro o que se pretende com esse tal TAC,  ficando nítido o intuito dos que fazem o poder público municipal  de ‘amordaçar’ a Rádio Araçá FM numa ofensiva jamais vista na história do município de Mari, nesses 55 anos de sua emancipação.

Para chegar a essa conclusão o Expresso PB ouviu e analisou muitas das falações dos que se pronunciaram durante a audiência pública desta quarta-feira (16). Em uma das falas, um vereador da bancada do governo sugeriu que as participações dos ouvintes nos programas jornalísticos da emissora não fossem comentadas pelos apresentadores, sob a alegação de que ao fazerem isso os apresentadores estariam inflamando a população contra o poder público.

Os apresentadores do programas jornalísticos, ao usarem da palavra, se negaram a aceitar qualquer tipo de cerceamento da liberdade de opinião a respeito de qualquer fato e ou informação, denúncia e/ou reclamação que forem feitas nos respectivos programas.

 O Presidente da Emissora, Severino Ramos, ao usar da palavra também se negou a assinar pacto que amordace o direito de opinião dos comunicadores da emissora, bem como o da sociedade.

Mas afinal, quem são os cidadãos que se sentem ofendidos pelos programas da emissora e estiveram na Audiência Pública para expressarem a sua “indignação” ao Ministério Público?

O Expresso PB fez questão de responder essa pergunta, identificando no infográfico abaixo para os seus leitores quem são eles, o que pensam e até onde querem chegar (Para identificar a pessoa relacione o número da foto ao número dos nomes):

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Ao final da audiência pública, o Ministério Público convocou uma reunião entre as partes para que possam, se possível, assinar o tão comentado TAC , bem como definir suas regras.

Para o Presidente da Abraço-PB (Associação Brasileira de Rádio Comunitária), José Moreira, em mais de 2 mil anos a humanidade não encontrou uma forma de eficaz de organizar a vida social do que a democracia e cercear o direito da liberdade de se expressar é no mínimo acabar com sua essência.

Veja mais fotos da Audiência Pública:

Da Redação
Do Expresso PB

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