BOMBA: Membro da oposição na ALPB deixa escapar plano que visa cassar mandato de RC

O deputado oposicionista Vituriano de Abreu (PSC) não segurou a língua durante o programa Rede Debate (da RCTV) e admitiu que, na condição de presidente da Comissão de Orçamento da Assembleia, vem estudando há um certo tempo os meios jurídicos de promover o impeachment do governador Ricardo Coutinho (PSB).

Sem perceber que estava entregando a “carta” que seu grupo guarda na manga para alcançar seu audacioso objetivo, Abreu afirmou que o argumento que está focado para derrubar o Chefe do Executivo é o fato do descumprimento dos repasses para os demais poderes, o que incorre em ‘crime de responsabilidade’ e ‘improbidade administrativa’.

“Isso é o suficiente para tirar o cargo do gestor”, afirmou.

Ainda de acordo com as declarações do deputado, a oposição está se cercado de sua assessoria jurídica para estruturar os melhores caminhos na busca pelo afastamento do governador do Estado.

Da Redação

Com Mais PB

Órgão impede a venda de 16t de feijão e 31t de arroz em JP

A Superintendência Federal de Agricultura na Paraíba (SFA-PB) suspendeu a venda de 16t de feijão e bloqueou a comercialização de 31t de arroz que seriam repassados ao consumidor em um supermercado de João Pessoa. A ação foi feita pelos fiscais federais agropecuários do Serviço de Inspeção e Sanidade Vegetal do órgão na última sexta-feira (4).

O laboratório da SFA-PB constatou que o feijão era do Tipo 2, mas que na embalagem era informado que ele era do Tipo 1. Depois que o supermercado e o produtor foram notificados, a empresa embaladora questionou o resultado da análise, mas uma segunda perícia confirmou a constatação inicial. A empresa recebeu um auto de infração e foi penalizada com uma multa. Todas as embalagens de feijão foram violadas para impedir a comercialização.

Também foi identificada uma possível irregularidade em 31t de arroz e bloqueou a comercialização do produto. Uma amostra do arroz foi coletada para análise e o supermercado está impedido de vender o produto até que seja concluído o diagnóstico.

De acordo com o fiscal Raimundo Luiz, esse trabalho é feito para evitar que o consumidor seja lesado ao comprar um produto por acreditar nas especificações que estão na embalagem e levar outro. “Nosso trabalho não é destinado a prejudicar a empresa produtora, embalador e comerciantes, mas é em favor do consumidor”, garantiu.

Da Redação

Com Assessoria – Jornal da Paraiba on line