UFPB fica na 26ª posição no ranking da Folha

O site da Folha divulgou o resultado do Ranking Universitário Folha (RUF), com a qualidade das instituições educacionais de nível superior, entre públicas e privadas. A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) ficou na 26ª posição.

De acordo com a pesquisa, foram avaliados os seguintes pontos: qualidade de ensino, qualidade de pesquisa, avaliação do mercado e indicador de inovação. A pontuação total obtida pela instituição foi 58,09.

Confira os indicadores que compõem a fórmula do RUF:

- Qualidade da pesquisa: A Folha analisou nove indicadores das universidades relacionados à pesquisa científica, como proporção de professores com doutorado, número de artigos científicos por docente e número de publicações no Scielo?. Peso: 0 a 55 pontos

- Qualidade de ensino: o Datafolha entrevistou 597 pesquisadores do CNPq, amostra definida para representar o grupo dos melhores cientistas e docentes do país. A cada um deles foi pedido que apontasse as 10 melhores instituições brasileiras em sua área. Peso: 0 a 55 pontos.

- Avaliação do mercado: O Datafolha entrevistou 1.212 diretores, gerentes ou profissionais responsáveispelos recursos humanos de empresas e instituições brasileiras, amostra definida para representar todo o setor do país. Para cada um deles foi pedido que apontasse as três instituições de ensino superior para os quais dariam preferência em um processo de contratação. Peso: 0 a 20 pontos

- Indicador de inovação: A Folha analisou a quantidade de pedidos de patentes por cada universidade. Peso: 0 a 5 pontos

Para o ranking geral, foram consideradas apenas as universidades, que são instituições mais completas, com ensino e pesquisa em diversos campos do conhecimento. Essas instituições precisam também cumprir exigências mais rígidas que as demais formas de organização demais formas de organização de instituições de ensino.

O ranking geral conta com 191 universidades distribuídas em 188 posições porque houve alguns empates.

Da Redação

Com Wscom on line com informações da Folha

Folha diz que Daniella Ribeiro ganhou apoio do PT como “recompensa” pelo cargo que o irmão deu a Maluf

A edição impressa do jornal Folha de São Paulo trouxe matéria, nesta quinta-feira 21),  na qual afirma que a pré-candidata do Partido Progressista (PP) à Prefeitura de Campina Grande, Daniela Ribeiro (que a Folha chamou de Danielle Ribeiro) ganhou o apoio do Partido dos Trabalhadores em Campina Grande como “recompensa” pelo cargo no Ministério das Cidades que o irmão, Aguinaldo Ribeiro deu a Maluf, para acomodar um aliado.

Segundo a reportagem, Daniela foi beneficiada pelo trabalho de articulação que o irmão Aguinaldo Ribeiro fez para levar o apoio de Maluf e do PP a Fernando Haddad, candidato a Prefeito de São Paulo pelo PT. “A operação petista para atrair o ex-prefeito foi combinada há cerca de 20 dias entre o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP), o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff”, disse a Folha.

A reportagem, assinada pelos jornalistas Bernardo Mello Franco, Daniela Lima, Diógenes Campanha e Andréia Sadi, tem um sub-tópico intitulado “RECOMPENSA”, no qual relata que a irmã de Aguinaldo foi beneficiada com o apoio do PT graças ao cargo dado pelo irmão a Maluf.

“Ao intermediar sua mudança de lado, o ministro das Cidades obteve a adesão do PT à sua irmã, Danielle Ribeiro, que disputará a Prefeitura de Campina Grande (PB)”, disse o jornal Folha de São Paulo.

Da Redação

Com Acompanhamento de Mídia, com Folha de São Paulo via Paraíba Urgente

Folha reafirma doação da Delta à deputada da Paraíba

Na edição desta quarta-feira, na conceituada coluna Painel, o jornal Folha de São Paulo mantém a informação sobre a doação da empresa Delta à campanha da deputada Nilda Gondim (PMDB-PB).
Leia tópicos.

Alvo da CPI do Cachoeira, a construtora Delta abasteceu, por meio de doações ocultas, a campanha do vice-governador do DF, Tadeu Filipelli. O valor repassado foi de R$ 350 mil em 2010.

Além de Filipelli, a construtora repassou R$ 300 mil a Hélio Costa (PMDB), candidato ao governo de Minas, R$ 100 mil ao senador Waldemir Moka (PMDB-MS) e R$ 50 mil à deputada Nilda Gondim (PMDB-PB), mãe do presidente da CPI do Cachoeira, senador Vital do Rêgo.

Segundo parlamentares, a Delta não se vinculava diretamente a campanhas. Enviava os recursos para o PMDB, mas “carimbava” os candidatos que deveriam receber.

Da Redação

Com Folha on line via Paraíba on line

Folha denuncia pagamento de matéria

Pelo menos um dos servidores comissionados ‘sob regime especial de frequência’ do gabinete do senador Vitalzinho comprovadamente não frequenta o trabalho: a estudante Maria Eduarda Lucena dos Santos, filha do jornalista Adelson Barbosa.

Segundo a reportagem da Folha, a servidora ‘fantasma’ não é jornalista e nunca prestou qualquer tipo de serviço como assessora parlamentar do senador Vital do Rêgo Filho.

Em reportagem publicada no jornal Folha de São Paulo, na última terça-feira, Barbosa revelou usar o cargo da filha para ficar com o salário e dividir o dinheiro com outros dois colegas jornalistas que fazem assessoria de imprensa de Vital.

Sobre o tema, o senador Vitalzinho disse apenas que estava abrindo uma sindicância interna em seu escritório em João Pessoa para apurar as irregularidades. “Liguei para o meu gabinete e fui informado de que a funcionária presta serviço regular e eles estão tomando as providências na Paraíba”.

Não bastasse os servidores ‘fantasmas’, a Folha acusou ainda, na última quinta-feira, o senador Vital de usar dinheiro público para comprar reportagens a seu favor na imprensa paraibana. Ao menos três jornalistas, de rádio e sites da internet, confirmaram que recebem dinheiro de verba indenizatória do senador Vitalzinho para publicar matérias que seu gabinete encaminha ou produz.

Segundo a reportagem da Folha, desde que assumiu o mandato em 2011, Vitalzinho repassou R$ 41 mil para os outros três jornalistas. Apenas para o Blog Mais PB, de junho de 2011 até maio deste ano foram pagos R$ 20 mil.

O jornalista responsável pelo site, Heron Cid, disse à Folha que “o pagamento só é feito quando a empresa, além da nota fiscal, manda o comprovante das matérias. Mensalmente a assessoria pede o envio das notas”, afirmou.

Além do Mais PB, também são citados pela reportagem os nomes dos radialistas Paulo Roberto Florêncio e Sílvio Romero.

Ambos confessaram à reportagem receber dinheiro para divulgar material ‘emitido’ pela assessoria do senador peemedebista.

“Sou jornalista, tenho um programa de rádio e falo a divulgação do parlamentar durante o programa. Ganho para isso”, afirmou Florêncio.

Da Redação

Com Jhonathan Oliveira/Jornal da Paraiba on line