Criminosos invade bar, mata uma e deixa duas pessoas feridas em sítio entre Casserengue e Solânea

Na noite dessa terça-feira (05), em um bar localizado nas proximidades do sítio Bacalhau, município de Casserengue-PB, dois bandidos armados invadiram o local e atiraram contra dois fregueses e contra o proprietário.

Um dos clientes alvejados, conhecido popularmente como Kaká, não resistiu aos ferimentos e morreu no local, e o outro, também muito conhecido na cidade, o Sr. Erom, que ficou ferido, encontra-se em estado grave em um hospital da cidade de Campina Grande.

Vitima fatal

O proprietário do bar também levou um tiro na perna e foi socorrido para um hospital em Campina Grande. A motivação do crime ainda é um grande mistério.

A população encontra-se indignada com o crime e clama por justiça, a vitima tinha esposa e filho.

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Da Redação 
Com Casserenguenoticias via BananeirasOnline

CRUELDADE – Mãe confessa que matou bebê em Natal/PB: ‘Espero o perdão de Deus’

Josenilde Lopes de Mendonça, que no próximo dia 24 de março completa 36 anos, confessou na manhã desta quarta-feira (20) que matou o próprio filho, um bebê de oito meses. Segundo ela, o filho foi morto durante um surto. Disse também que estava bêbada e drogada quando passou a bater na criança. “Estou arrependida e espero o perdão de Deus”, disse ela. O filho de Josenilde foi encontrado morto no sábado de carnaval, dia 9, no apartamento onde morava com a mãe no bairro de Nova Descoberta, na zona Sul de Natal.

Nesta terça (19), ao ser encontrada pela Polícia Militar vagando pela zona Norte da cidade, Josenilde havia negado o crime: “Ela disse que saiu para beber e, quando voltou pra casa, o bebê já estava morto”, disse o delegado Sílvio Fernando, responsável pelo caso. A própria suspeita, em entrevista ao G1, também se defendeu alegando não estar em casa quando o filho morreu. “Eu saí para beber e deixei ele sozinho no apartamento. Ele deve ter caído de cima da cama. Eu jamais mataria o meu filho”, afirmou Josenilde.

Prisão

A Polícia Militar encontrou Josenilde Lopes de Mendonça na Redinha, na zona Norte da capital, na tarde desta terça (19). “Ela estava vagando pela avenida João Medeiros Filho, próximo ao rio Doce. Ela disse que estava a caminho da Ponte Newton Navarro para cometer suicídio. Ela estava usando um vestido e parecia não ter tomado banho há vários dias”, disse AiltonTrindade, tenente da PM.

Na manhã desta quarta (20), o delegado Sílvio Fernando, responsável por investigar o crime, confirmou que o Tribunal de Justiça do RN decretou a prisão preventiva de Josenilde. Laudos do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) atestam que o bebê sofreu traumatismo crânio-encefálico. De acordo com o delegado, a suspeita matou o filho com um soco na cabeça.

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Bebê de oito meses, filho de Josenilde (Foto: Cedida/arquivo da família)
Bebê de 8 meses foi encontrado morto no sábado (9).
(Foto: Arquivo pessoal)

O caso

O filho de Josenilde foi encontrado morto no sábado de carnaval, dia 9, no apartamento onde morava com a mãe no bairro de Nova Descoberta, na zona Sul de Natal. Segundo a polícia, o corpo do bebê estava em uma cama, enrolado em um lençol, e tinha um grande hematoma no lado direito do rosto.

O corpo do bebê foi sepultado no domingo (10), em Natal. A mãe do bebê, principal suspeita de ter cometido o crime, de acordo com a polícia, estava desaparecida desde então.

O pai da criança, Ramon Ramalho, está em Limeira, no interior de São Paulo. Em entrevista ao G1, ele cobrou justiça para a morte do filho. “A droga e a negligência acabaram com a vida do meu filho”, disse ele.

Ramon conheceu Josenilde em Limeira, em 2011, ocasião em que ela frequentava uma clínica de tratamento para dependentes de drogas. Assim que iniciaram o relacionamento, ela ficou grávida e os dois se mudaram para Natal, onde viveram juntos por pouco mais de um ano. “Sempre soube do vício. Até pensei que o fato de ficar grávida e de ter um filho faria com que ela deixasse as drogas, mas infelizmente isso não aconteceu”, acrescentou o pai da criança.

Da Redação 
Com G1

Mãe adotiva é presa após confessar que matou a filha queimada em Campina Grande

Os presos tiveram mandados de prisão preventiva decretados pela Justiça local em decorrência de inquérito instaurado que comprovou a participação das pessoas no homicídio

Quarteto acusado de praticar o crime

Quatro pessoas foram presas neste domingo (17) nas cidades de Campina Grande e Alagoa Nova, no Agreste paraibano, acusadas da morte banal de uma criança de 12 anos, em setembro de 2010, na Rainha da Borborema. A mentora do crime é a mãe adotiva da menina. “A vítima foi queimada viva”, disse o delegado regional de Polícia Civil, Marcos Paulo.

Os presos tiveram mandados de prisão preventiva decretados pela Justiça local em decorrência de inquérito instaurado que comprovou a participação das pessoas no homicídio.

Segundo a delegada Alba Tânia, titular de Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Infância e Juventude de Campina Grande, Bruna Valeska - que era mãe adotiva da menina – confessou o crime e narrou em riqueza de detalhes como planejou o assassinato.

A delegacia disse que Bruna mantinha uma relação homossexual com Alzicleide Diniz e as duas eram responsáveis por duas irmãs. Ainda na casa do casal, moravam Maria da Guia e Wedson Gomes. Conforme o inquérito policial, as mulheres espancavam diariamente as meninas e as mantinham em cárcere privado. “As garotas ficavam trancadas em casa e faziam todo serviço doméstico. Porém uma das meninas não estava mais agüentando o tratamento e começou a ficar rebelde”, disse a delegada.

Bruna Valeska – que era mãe adotiva da menina – confessou o crime

Devido à rebeldia da garota, Bruna Valeska disse durante depoimento que a solução era matar a menor. “Ela mandou o homem comprar o álcool e depois jogou na menina e ateou fogo. Para a menor não fugir, Bruna a trancou no banheiro onde morreu carbonizada”, comentou a delegada informando que antes da vítima vir a óbito ela foi espancada.

Depois de 24h do ocorrido, o corpo foi colocado em uma caixa de papelão e abandonado na linha férrea do bairro São José, em Campina Grande. “Quando eles deixaram o corpo na linha do trem, os assassinos atearam fogo novamente no cadáver para apagar as impressões digitais”, adiantou a delegada.

Alba Tânia disse que todo o crime foi presenciado pela irmã da vítima que foi pressionada a não comentar o assassinato. “A sobrevivente viu a sua irmã sendo morta pelas mulheres. Como ela ficou com medo de morrer e sofrendo ameaças ficou calada durante anos. Porém, a garota conseguiu fugir de casa, procurou um orfanato e pediu ajuda”.

A direção do orfanato comunicou o caso à Polícia Civil que abriu investigações. “Colhemos material genético da vítima e confrontamos com a da mãe biológica. Ficou comprovado que a garota encontrada morta era a menina que estava sob a guarda de Bruna Valeska”, comentou a policial.

As investigações foram se aprofundando e a Polícia Civil constatou que os responsáveis do crime foram: Bruna Valeska, Maria da Guia, Alzicleide e Wedson Gomes. A polícia teve dificuldade de chegar aos acusados porque eles mudavam de residência para despistar a polícia. O quarteto foi encaminhado para os presídios de Campina Grande.

Da Redação
Com PortalCorreio

Ex-presidiário é executado em ‘boca de fumo’ no bairro Valentina de Figueiredo

O jovem José Felipe Bezerra, 22 anos, foi executado na noite desta sexta-feira (15), no loteamento Boa Esperança, no bairro Valentina Figueiredo, na periferia de João Pessoa. A vítima, que já cumpriu pena, estava acompanhada por Geraldo Soares dos Santos Júnior, 19 anos, que também foi alvejado durante a ação criminosa.

O crime aconteceu na rua Libério Nascimento. Na localidade, funciona uma espécie de ‘boca de fumo’ que serve como ponto de venda de drogas.

Geraldo Soares sofreu um tiro na perna esquerda. Ele acabou socorrido por populares para o hospital Ortotrauma, em Mangabeira. Segundo o tenente Claudemberg, da Polícia Militar, ele também tem passagens pela polícia.

O rapaz avisou a polícia militar que estava no local apenas acompanhado à vítima quando dois homens chegaram em uma moto Honda Pop e efetuaram os disparos.

Da Redação 
Com Aguinaldo Mota via Wscom

Polícia prende suplente e policial militar suspeitos de matar vereador para ficar com o mandato; pistola foi apreendida

 A Polícia Civil prendeu, na noite desta terça-feira (5), o vereador Carlos Alberto Macedo e o PM Damião Washington da Silva Ferreira, suspeitos de envolvimento na morte do vereador eleito de Niterói, Lúcio do Nevada em outubro do ano passado. As informações são da assessoria da Polícia Civil.

De acordo com o delegado titular da 78 DP (Fonseca), Paulo Guimarães, o vereador Carlos Macedo foi o mandante do crime. Sua chefe de gabinete foi a contratante dos dois policiais, que “terceirizaram” a morte do vereador a dois executores do município de Magé, um deles Marco Antonio Titoneli, que está foragido.

“As investigações foram iniciadas a partir do abandono do veículo. Foi uma investigação muito longa, até chegar novamente à cidade de Niterói e encontrarmos a participação de cada uma dessas pessoas na morte do vereador”, disse Guimarães.

Segundo o delegado, a motivação do crime foi a cobiça de Carlos Macedo pelo cargo de Lúcio da Nevada, já que Macedo era o suplente do vereador eleito, que tomaria posse em janeiro de 2013.

O veículo utilizado na execução foi a primeira pista na investigação. Com documentação irregular, o carro era utilizado para crimes de estelionato. A prisão desta quarta é temporária e os indiciados poderão ser julgados por homicídio qualificado.

Operação

Uma operação para prender envolvidos no caso foi realizada no último dia 29 , quando os agentes prenderam outros três suspeitos do assassinato, entre elas, a chefe de gabinete do vereador Carlos Macedo, Mariana Soares Queiroz da Silva. Além dela foram presos o guarda municipal de Magé Renato de Souza Valente e Jair Martins de Souza Neto, do 12º BPM (Niterói). Ambos são suspeitos de terem disparado contra o político.

Na ação, os agente também prenderam José Carlos Alves Júnior, preso em flagrante no local onde policiais cumpriam mandados de busca e apreensão. Ele não estava envolvido diretamente no caso, mas estava com documento falso e arma.

Vereador foi morto após ser eleito

Lúcio do Nevada, do Partido Republicano Progressista (PRP), havia se candidatado sete vezes antes de ser eleito e foi assassinado na porta de casa no dia 25 de outubro. Ele foi atingido por ao menos quatro tiros, no bairro Santa Bárbara.

Segundo testemunhas, Lúcio estava a bordo de sua camionete, quando foi baleado. O para-brisa do veículo tinha seis marcas de tiro. Ainda de acordo com vizinhos do vereador, os disparos teriam sido feitos por ocupantes de um carro Fiat Palio.

Foto de foragido

A polícia ainda está atrás de Marco Antônio Titoneli Barbosa, um dos suspeitos de participar da morte do vereador Lúcio Nevada, na porta de sua residência, no bairro de Santa Bárbara. Ele é o único dos acusado que continua foragido. A Polícia Civil divulgou a foto de Marco Antônio.

Da Redação
Com G1