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A primeira impressão de 2017: espero que não fique


Diz um adágio popular que “a primeira impressão é a que fica”. Espera sinceramente que não seja verdade para 2017.

Há exatos 17 dias do novo ano, parece já ser possível vislumbrar o que não será nada fácil para o mais otimista cidadão brasileiro. Mais Lava Jato, denúncias de corrupção, desemprego e reformas nada populares, já que visam retirar direitos dos mais pobres e da classe trabalhadora.

Em se tratando dos novos governos municipais não temos muito a comemorar. Pelo que dizem os prefeitos recém empossados, o cenário encontrado é de verdadeiro caos. Nada presta, sobretudo para os que pegaram a máquina administrativa das mãos de adversários.

Os casos são dos mais diversos, desde o sucateamento da estrutura de governo como o desmantelo nas finanças púbicas.

Some-se a isso a promiscua relação dos gestores com o legislativo: para garantir tranquilidade política é preciso ceder a certas pressões nada republicanas.

2 toques da coluna

  • Em Mari a cara da gestão é de continuidade: mesma estrutura de poder com a participação de figuras carimbadas da gestão passada, nem mesmo as placas com o slogan da gestão anterior foram retiradas das repartições.
  • Em Sapé o poder legislativo é a cara da vergonha. A disputa interna pelo comando da Casa de Augusto dos Anjos parece ter extrapolado o bom senso dos senhores parlamentares. Como diz Boris Casoy: isso é uma vergonha!

A última

Não tem preço o gosto da liberdade!

Marcos Sales
Contato com a coluna: @Salles_Marcos
Email: marcosexpresso@live.com

 

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