CASO FERNANDA HELLEN: Veja foto do assassino confesso Jeferson Luiz – Em coletiva polícia revela detalhes da confissão

Jeferson Luiz de Oliveira, 25 anos é o assassino da estudante Fernanda Hellen,  11 anos. Fernanda  foi encontrada esquartejada  na noite de ontem (08), no quintal da casa de Jeferson que é  vizinho da família.

O caso foi desvendado depois que uma profissional do sexo reconheceu o assassino como sendo o homem que trocou o celular da menina por 15 pedras de crack.

Policiais encontraram no  quintal do acusado os restos mortais estudante. Quando o corpo deixava a casa do acusado, a multidão que se encontra no local aplaudiu, mas depois passou a gritar palavras de ordem e cobrar justiça. Uma unidade do SAMU também esteve no local para prestar atendimento aos familiares da vítima que passaram mal com a confirmação da morte da menina.

Coletiva da Polícia

Um comportamento frio e calculista. Foi assim que o delegado responsável pelas investigações classificou o acusado de matar e enterrar a adolescente Fernanda Ellen, de 11 anos, que havia desaparecido desde o dia 7 de janeiro deste ano. Em um passo a passo sobre o que relatou o acusado, o delegado de Polícia Civil Aldrovilli Grisi Dantas deu detalhes da confissão do vizinho, que surpreenderam pela ousadia do criminoso.

Conforme a confissão descrita pelo delegado, o vizinho da vítima já residia há pelo menos três anos no bairro e já convivia com a família da adolescentes, portanto, não era tido como uma ameaça, tanto é que no dia do crime Jefferson de Oliveira viu a garota se aproximando da casa dela e a interceptou inocentemente.

Ele disse: “Fernanda vem aqui, por favor,” e a garota prontamente, sem desconfiar, se dirigiu até o vizinho. Nesse momento, o acusado pediu o dinheiro da garota. “Ele disse, Fernanda me dê seu dinheiro e ela, já amedrontada, disse – ‘me deixe ligar para meu avô que ele vai lhe dar o dinheiro”, relatou.

Ainda conforme a confissão do acusado relatada pelo delegado, o vizinho não gostou da resposta da garota e arrebatou o celular do bolso dela e disse: “Vcê está sequestrada”.

Nesse momento Fernanda começou a gritar e o vizinho, com receio que os outros vizinhos escutassem os gritos, deu uma gravata na jovem até que ela desfalecesse.

O acusado não confessou nenhuma violência sexual, mas relatou que escondeu a menina debaixo da cama de casal e escondeu o celular da garota dentro de um urso de pelúcia que havia na casa. Logo após o ato, o acusado disse que voltou ao convívio normal.

Como a esposa do casal chegou à residência, o acusado não teve como se desfazer do corpo no momento em que matou Fernanda Ellen. Quando a mulher deixou a casa para dormir com a mãe, ato que fazia cotidianamente, já que o esposo trabalhava durante a noite, o acusado resolveu empacotar o corpo em um saco para jogá-lo em algum matagal, porém foi surpreendido por uma grande movimentação de policiais na rua que já investigavam a denúncia sobre o sumiço da adolescente.

Com medo de ser descoberto, o vizinho então resolveu enterrar a garota no quintal de casa. Isso aconteceu dois dias após o sumiço de Fernanda Ellen.

O vizinho cavou até uma profundidade de um joelho de uma pessoa com estatura mediana e retirou a sandália e o shorte da garota e, quando iria tirar o resto das roupas, ouviu o barulho de uma vizinha e resolveu enterrar Fernanda com uma blusa e uma calcinha. O shorte e a sandália foram jogados no lixo para despistar as investigações da polícia.

O acusado voltou a colocar o corpo de Fernanda semi-nu em um saco e a soterrou. No local também morava uma cadela de estimação que a todo momento queria cavar o buraco onde a jovem havia sido enterrada e o acusado resolveu limitar o trânsito do bicho apenas ao terraço da casa.

De posse do celular de Fernanda e da quantia de R$ 200 reais, que ele havia recebido de um serviço como pedreiro, o acusado então se dirigiu até o centro da cidade, comprou cinco pedras de crack e encontrou uma usuária de drogas para saber onde poderia comprar mais.

A usuária foi abordada pelo individuo e se dirigiu até uma pousada na Rua da Areia que serve apenas para consumo de drogas. Lá, ele consumiu os entorpecentes e, quando o dinheiro acabou, ele trocou o celular por droga. “Ele trocou a vida de Fernanda por quatro pedras de crack”, lamentou o delegado.

Após o uso de umas 20 pedras, o acusado retornou para residência e dormiu como se nada tivesse acontecido.

“Até ontem o desejo dele era que ninguém soubesse do corpo, porém a esposa já suspeitava da conduta do marido e com as investigações da política o mistério chegou ao fim”, disse.

Ainda conforme o delegado, o crime de estupro não está descartado. “Perícias serão realizadas, pois esse caso ainda não chegou ao fim”, finalizou.

Curta o Expresso PB no Facebook

Da Redação 
Com Portais/Foto: Aguinaldo Mota

Em respeito à legislação eleitoral, o ExpressoPB esclarece aos internautas que o espaço democrático reservado aos comentários é uma extensão das redes sociais e, portanto, não sendo de responsabilidade deste veículo de comunicação. É importante informar que qualquer exagero político e infrações à legislação são de responsabilidade de cada usuário, que possui sua própria conta na rede social para se manifestar, não tendo o ExpressoPB o gerenciamento para aprovar, editar ou excluir qualquer comentário;

Categoria:
Facebook
Twitter
Tweets sobre "@expressopb"
É proibida a reprodução total ou parcial deste site. CNPJ: 10.962.007/0001-48