Chapa 2 pede a anulação da eleição para reitor da UEPB e o professor Cristovão denuncia abuso de poder da reitora

A chapa 2 “Uepb Plural e Democrática” protocolou um recurso junto à Comissão Eleitoral pedindo a anulação da consulta para escolha do reitor e vice-reitor da UEPB para o novo mandato de 2012-2016. “Se não acatadas, entraremos com ação jurídica para anulação do pleito por ter havido abuso de poder e desrespeito às normas da consulta”, disse o professor José Cristovão de Andrade.

Além de solicitar os mapas da apuração, a Chapa 2, encabeçada pelos professores Cristovão Andrade e Fábio Medeiros citaram os seguintes fatos: Não aprovação do Ato Normativo e Instruções da Consulta pelo Conselho Superior -CONSUNI, conforme determina a Resolução 003/2008. Esta situação já denunciada no Ministério Público e não revista pela Comissão Eleitoral; Não divulgação das seções, locais e das listas de votantes; Duplicidade de nomes nas listas de votantes; Ausência de listagem dos alunos da EAD e Pós-Graduação da urna do prédio da Reitoria; Uso de Câmeras na urna da reitoria;

A chapa ainda denuncia que teria havido cooptação de votos dos alunos nos diversos Campi com denúncia no Ministério Público em Catolé do Rocha; uso abusivo da máquina administrativa no processo eleitoral; distribuição de materiais mobiliário e equipamentos nas vésperas do pleito; entrega de eletrodomésticos e mobiliário na Residência Universitária na véspera da consulta; abuso nas distribuições de vantagens e nomeações nas vésperas no pleito via Diário Oficial do dia 12 de maio de 2012; ausência de respostas dos recursos da Chapa 2 pela Comissão Eleitoral.

O professor ainda vê indícios de irregularidade em outros fatos, como a nomeação de 160 professores às vésperas da consulta; falta de divulgação da lista e endereços dos votantes da EAD e da Pós-Graduação, num total de 1.700 votantes, tendo a Chapa 5 – apoiada pela reitoria, total apoio e controle desses votos com funcionamento de votos na Urna da Reitoria; contratação de 400 comissionados para intervenção no processo de consulta; criação irregular de gratificações de GAE e GAET; práticas de nepotismo; assédio moral; Orçamento Financeiro de 2012 aprovado Ad-Referedum do Conselho Superior; não negociação da Data-Base das categorias de docentes e técnicos; antecipação das eleições de outubro para maio e prorrogação do início do semestre para março de 2012; ação de descumprimento do PCCR dos docentes.

Da Redação

Com Giro PB

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